23:45 - As visões eram reais, a profecia se concretizou. Dentro de alguns instantes o mundo que você conhece está prestes a desaparecer.
"Justin Bieber e o Livro Perdido"
Por André de Jesus Torres
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20 de janeiro de 2010
2 de outubro de 2009
O Estranho caso de Gutenberg Brown (PARTE 2)
A cada 3 dias vamos postar a serie em 9 capitulos(O Estranho caso de Gutenberg Brown)
O assassinato de Brown fora o início de um processo de grande defasagem política da cúpula Francesa. Ele era um dos principais representantes do comércio exterior tendo acumulado consigo uma verdadeira fortuna com negociações com a Índia. Eu, o oficial Wilkinson fui enviado a Inglaterra para solicitar o apoio investigativo de Sherlock Holmes, o maior detetive de qual já se ouviu falar. Conhecido pelo seu histórico de conquistas nos mais diversos casos policiais, Holmes era capaz de desvendar a alma dos mistérios usando sua lógica infalível.A notificação vinha dentro de um envelope com o selo oficial Francês.Era oferecida uma recompensa gigantesca para quem revelasse quaisquer informações que pudessem levar ao assassino. Porém algo de estranho desviou minha atenção. O governo oferecia um prazo de três dias para a entrega de provas concretas, caso contrário às investigações dar-se-iam como encerradas.Olhei a assinatura: Pierre, o principal concorrente de Brown nas eleições. Haveria alguma relação com o assassinato?Encontrei Holmes em sua casa durante a hora do chá. Este me convidou para acompanhá-lo, mas ressaltei a importância do caso e então saímos imediatamente em direção ao porto. Durante nossa viagem marítima narrei o ocorrido e fiz uma breve descrição da vida do primeiro ministro.Órfão de pai e de mãe, ficou conhecido em sua primeira aparição no caso de 1842, quando apresentou provas que condenaram o assassino profissional Joseph Walacce á prisão perpétua. Sua bravura foi reconhecida ao ser homenageado diante de toda a cidade. Pouco tempo depois conheceu Aliza Simpson, uma professora de Artes com quem se casou.
André Torres
O assassinato de Brown fora o início de um processo de grande defasagem política da cúpula Francesa. Ele era um dos principais representantes do comércio exterior tendo acumulado consigo uma verdadeira fortuna com negociações com a Índia. Eu, o oficial Wilkinson fui enviado a Inglaterra para solicitar o apoio investigativo de Sherlock Holmes, o maior detetive de qual já se ouviu falar. Conhecido pelo seu histórico de conquistas nos mais diversos casos policiais, Holmes era capaz de desvendar a alma dos mistérios usando sua lógica infalível.A notificação vinha dentro de um envelope com o selo oficial Francês.Era oferecida uma recompensa gigantesca para quem revelasse quaisquer informações que pudessem levar ao assassino. Porém algo de estranho desviou minha atenção. O governo oferecia um prazo de três dias para a entrega de provas concretas, caso contrário às investigações dar-se-iam como encerradas.Olhei a assinatura: Pierre, o principal concorrente de Brown nas eleições. Haveria alguma relação com o assassinato?Encontrei Holmes em sua casa durante a hora do chá. Este me convidou para acompanhá-lo, mas ressaltei a importância do caso e então saímos imediatamente em direção ao porto. Durante nossa viagem marítima narrei o ocorrido e fiz uma breve descrição da vida do primeiro ministro.Órfão de pai e de mãe, ficou conhecido em sua primeira aparição no caso de 1842, quando apresentou provas que condenaram o assassino profissional Joseph Walacce á prisão perpétua. Sua bravura foi reconhecida ao ser homenageado diante de toda a cidade. Pouco tempo depois conheceu Aliza Simpson, uma professora de Artes com quem se casou.
André Torres
29 de setembro de 2009
O Estranho caso de Gutenberg Brown (PARTE 1)
O Estranho caso de Gutenberg Brown (PARTE 1)
No dia 2 de outubro de 1850 o primeiro ministro Gutenberg Brown acompanhava sua esposa em um dos camarotes do famosíssimo teatro de Paris. A Elite social costumava se reunir nas noites de sábado para prestigiar espetáculos teatrais e ao seu termino se dirigirem aos mais finos restaurantes para jantarem a apreciarem um bom vinho.
O cenário de Paris não era dos melhores. Uma fuga na penitenciária local preocupava as autoridades as quais redobraram a segurança nas ruas. Não muito tempo depois ocorreria às eleições e a França não se recuperava da crise econômica. Muitos burgueses até então ricos foram obrigados a se desfazer de suas mercadorias para cobrir os prejuízos.
O espetáculo encantava a todos, quando de repente apagam-se as luzes. Ouve-se apenas o som de um disparo ecoando no grande teatro. O silêncio é substituído por momentos de pânico. Quando as luzes são finalmente acessas, a revelação:
“-Ô céus! Brown foi atingido!”.
André Torres
Blog:Máquina do mundo
No dia 2 de outubro de 1850 o primeiro ministro Gutenberg Brown acompanhava sua esposa em um dos camarotes do famosíssimo teatro de Paris. A Elite social costumava se reunir nas noites de sábado para prestigiar espetáculos teatrais e ao seu termino se dirigirem aos mais finos restaurantes para jantarem a apreciarem um bom vinho.
O cenário de Paris não era dos melhores. Uma fuga na penitenciária local preocupava as autoridades as quais redobraram a segurança nas ruas. Não muito tempo depois ocorreria às eleições e a França não se recuperava da crise econômica. Muitos burgueses até então ricos foram obrigados a se desfazer de suas mercadorias para cobrir os prejuízos.
O espetáculo encantava a todos, quando de repente apagam-se as luzes. Ouve-se apenas o som de um disparo ecoando no grande teatro. O silêncio é substituído por momentos de pânico. Quando as luzes são finalmente acessas, a revelação:
“-Ô céus! Brown foi atingido!”.
André Torres
Blog:Máquina do mundo


